
sento-me na madrugada...
dispo-me lentamente, do pó do dia...
nua e de mãos vazias, diante da janela, distraidamente aberta...
espero!...
o sopro leve que me arrepiará a pele...
a caricia diáfana e prateada de véus de chuva que, secretamente...
tomaste à Lua...
4 comentários:
Que brisa me levará?
Que chuva me tornará presente?
Tomando a lua por testemunha!
Beijos
Na hora em que o receio adormece na memória... e a noite embala de doçura, os que não perderam a fé...
A brisa há-de segredar o lamento, a voz e o arrepio...E os corpos molhados, da chuva e da espera, romperão as nuvens, para se tocarem e adivinharem...
Brisa e chuva de renovação!
A lua, conhecedora de todos os mistérios da noite...
sorrirá...
Beijos (com pó de estrelas...)
Sentas-te na madrugada...assim nua,as mãos vazias...diante de uma janela...ESPERAS?!
E se o sopro leve não entrar nem arrepiar a pele
e a carícia límpida e transparente ficar ausente?
Continuarás à ESPERA?!
Abraço meu
Esperar é também um exercicio dificil...
Muitos deixaram de esperar e de acreditar. E, limitam a vida, a objectivos materiais.Mais fáceis de conseguir embora dificeis de abandonar...
Correr atrás de... ou fazer acontecer...Custo-me muitos momentos maus... Se calhar nunca soube escolher os caminhos... ou os tempos nunca se acertaram...
Abraço terno
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